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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Jogos violentos deixam você menos violento

Essa eu encontrei em um blog amigo: O Volcano ...

É isso que garante uma pesquisa da Middlesex University, que será apresentada na conferência anual da Sociedade de Psicologia Britânica que acontecerá em Dublin.

Jane Barnett, autora da pesquisa, estudou pelo menos 300 pessoas jogando World of Warcraft, com idade entre 12 e 83 anos, e descobriu que elas ficavam mais relaxadas.

O site Finalboss publicou uma declaração da pesquisadora:

As pessoas mostraram grandes níveis de relaxamento após jogar o game antes e depois. Apresentar raiva depende muito da personalidade de cada um. Isso nos ajudará a desenvolver uma espécie de questionário com o intuito de distinguir o tipo de jogador que gosta de transferir a agressão que passa online para a vida normal.

Agora, tenho duas dúvidas:

Primeiro: onde DIABOS acharam um velhinho de 83 anos que joga World of Warcraft???

E pra fechar: World of Warcraft? Violento? Nem sangue tem!!! Quero ver é 300 pessoas jogando Carmageddon sem parar!!!

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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Canibalismo: O que podemos dizer

Antropofagia no Brasil em 1557, segundo a descrição de Hans Staden

Canibalismo consiste no ato de consumir uma parte, várias partes ou a totalidade de um indivíduo da mesma espécie. Veja também o artigo Antropofagia. O termo tem origem no idioma arawan, por via do espanhol Caribales ou Canibales, falada por uma tribo indígena da América do Sul conhecida por manter essa prática. Cariba em arawak, significa "corajoso".

A prática, conforme afirmam antropólogos e arqueólogos, era encontrada em algumas comunidades ao redor do mundo. Foram encontradas evidências na África, América do Sul, América do Norte, ilhas do Pacífico Sul e nas Caraíbas (ou Antilhas). Na maioria dos casos, consiste num tipo de ritual religioso / mágico como uma forma de prestar seu respeito e desejo de adquirir as suas características.

Um dos grupos canibais mais famosos é os astecas, que sacrificavam seus prisioneiros de guerra e comiam alguns deles. Eles comiam os prisioneiros de guerra e outras vítimas, numa prática conhecida como exocanibalismo ou exofagia, ou seja, canibalismo praticado em indivíduos de tribos diferentes. O canibalismo que consiste no ato de consumir parte dos corpos de seus parentes e amigos mortos. Isso é chamado de endocanibalismo.

Os poucos casos de canibalismo de humanos registrados na história da sociedade ocidental moderna estão ligados a situações limites, satisfação do instinto de sobrevivência do indivíduo perante uma opção de vida ou morte.

Em 1846, um grupo de 90 pessoas liderado por George Donner ficou preso em uma nevasca no alto de Serra Nevada, na Califórnia. Os sobreviventes tiveram que comer a carne de seus companheiros mortos para permanecerem vivos. Uma história semelhante ocorreu em 1972. Um avião da Força Aérea do Uruguai, que transportava a Seleção de Rúgbi, despenhou na Cordilheira dos Andes. Apenas 16 pessoas se salvaram. O estoque de alimentos a bordo acabou rapidamente e o único meio encontrado pelo grupo para sobreviver foi recorrer aos corpos dos colegas mortos.

Ponto de vista legal e social

Do ponto de vista legal, o canibalismo de humanos, quando não se trata de uma situação limite, enquadra-se como crime de mutilação e profanação de cadáver e um grave desrespeito pela dignidade da pessoa humana. Segundo os valores da sociedade ocidental, é um ato repugnante e imoral.

Canibalismo humano como ritual

Os líderes tribais das ilhas Fiji comiam a carne de pessoas consideradas especiais em sua comunidade. Para isso, utilizavam talheres próprios, que não podiam ser usados para consumir qualquer outro tipo de "alimento". Os habitantes da Ilha de Páscoa gostavam bastante de carne humana. Os banquetes eram promovidos em lugares isolados e apenas os homens podiam participar. Em 1912, no Haiti (Caraíbas), um grupo de haitianos matou e comeu uma garota de 12 anos em uma cerimônia Voodoo.

No meio do caminho entre o ritual e a sobrevivência está o caso da tribo Fore, da Papua-Nova Guiné. Para compensar as carências de proteínas, passaram a realizar um ritual onde os homens ficavam com os músculos, enquanto as mulheres e crianças, com o cérebro de outros membros da tribo que tinha falecido. O canibalismo foi praticado desde finais do século XIX e durou até a chegada dos colonizadores europeus na década de 1950, mas ainda no final do século XX foi descrito pelo velejador Helio Setti Jr. um caso de uma doença provocada por esta prática, que provocou a disseminação de uma doença localmente denominada kuru, a doença de Creutzfeldt-Jakob clássica.

Na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, havia na terra algumas tribos de índios canibais. Mas os nativos não viam a carne humana como um mero petisco. Eles devoravam seus inimigos por vingança e acreditavam que, ao comer seu corpo, adquiriam o seu poder, os seus conhecimentos e as suas qualidades. Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. O processo de catequese promovido pelos jesuítas acabou com o canibalismo no Brasil. Hoje em dia, a tribo dos Ianomâmis ainda conserva o hábito de comer as cinzas de um amigo morto em sinal de respeito e afeto.

Casos patológicos extremos

O alemão Fritz Harmann, conhecido como o vampiro de Hannover, foi condenado em 1924 pelo assassinato de 27 garotos. Ele fazia salsicha da carne dos meninos, não somente para consumo próprio, como também para venda.

No passado, alguns casos famosos de canibalismo foram também associados a um contexto sexual. Por exemplo, nos EUA, durante a década de 1920, Albert Fish estuprou, matou e devorou várias crianças, alegando ter tido um grande prazer sexual resultante de seus atos. O russo Andrei Chikatilo, que matou pelo menos 53 pessoas entre 1978 e 1990, também era praticante do canibalismo com conotações sexuais.

Em 2002, a polícia alemã encontrou na casa de Armin Meiwes, técnico de informática residente em Rotenburgo, em Hessen, pedaços de um corpo humano no frigorífico. Tratava-se de Bernd-Jürgen Brandes, de 43 anos, que o procurara em resposta a um anúncio colocado por Meiwes na internet procurando por "jovens corpulentos entre 18 e 30 anos para abate". Além de matá-lo, Meiwes cortou seu pênis e comeu-o flambado. Meiwes contou à polícia que Brandes concordou que partes de seu corpo fossem cortadas e cozidas. Depois de terem comido juntos, Brandes teria concordado em ser morto.

Cultura Popular

Talvez o ícone contemporâneo mais forte acerca do canibalismo seja o personagem principal dos filmes Hannibal, Dragão Vermelho e O Silêncio dos Inocentes. Este personagem se chama Hannibal Lecter, interpretado por Anthony Hopkins (seu maior fetiche com carne humana era fígado com favas e vinho chianti).

Antropofagia é o ato de consumir uma parte, várias partes ou a totalidade de um ser humano. O sentido etimológico original da palavra "antropófago" (do grego anthropos, "homem" e phagein, "comer") foi sendo substituído pelo uso comum, que designa o caso particular de canibalismo na espécie humana.

Diferenças entre Antropofagia e Canibalismo

Quando um ser humano consome partes ou a totalidade de um outro ser humano, é um ato de canibalismo humano ou de antropofagia. Quando um indivíduo de uma espécie diferente (tigre, tubarão, ...) devora um ser humano, ele é um antropófago. Já o termo canibalismo designa o ato de um indivíduo de uma espécie devorar outro indivíduo da mesma espécie, independentemente da razão que o levou a esse ato. Numa perspectiva biológica, é comum encontrar o termo antropofagia aplicado à canibalização humana, e não a predação de humanos por outras espécies.


Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 26 de março de 2008

Por que o galo canta ao amanhecer?

Pergunta de TIAGÃO:

RESPONDIDA:

Quando nasce o dia, ele canta bem alto para avisar ao galinheiro
que continua vivo e no comando. O canto tem a função de assustar
eventuais desafiantes e foi a forma que ele encontrou para controlar
seu território. O galinheiro tem somente um galo porque se tivesse
dois, apenas um sobreviveria à luta pela liderança.

Por que os pássaros não tomam choque quando pousam nos fios?


Essa dúvida foi trazida pelo aluno Bruno do 7º Ano C do Colégio Encanto ...

Respondendo:

O choque é a sensação da corrente elétrica que passa de um corpo
para outro por meio de um terceiro corpo condutor. Quando um pássaro
pousa num fio, os dois ficam com o mesmo potencial elétrico (equilíbrio
entre o número de prótons - cargas positivas - e elétrons - cargas
negativas). O pássaro tomará choque se ele, pousado no fio, encostar em
um outro corpo com potencial elétrico diferente. Nesse caso, ele se
tornaria intermediário entre as cargas do fio e de uma árvore, por
exemplo.

Fonte: Blog Bexiga lixa

Por que os cães cheiram o rabo dos outros animais?


Dúvida de minha querida aluna Maria Eduarda do 7º ano C do Encanto...

Na região do ânus dos cães há uma glândula de cheiro que identifica
cada animal, como uma espécie de impressão digital para os humanos.
Esses odores fornecem muitas informações sobre o bicho. Além disso,
antes de serem domesticados, os cães identificavam o líder da matilha
pelo cheiro do ânus, pois desta forma sabiam se ele estava comendo
freqüentemente – e portanto defecando com freqüência – e se estava
ingerindo a melhor parte da caça, que possui um cheiro diferenciado e é
de propriedade do líder. Quando um cão quer mostrar autoridade, ele
levanta o rabo como se tivesse orgulho do cheiro do seu ânus. Por outro
lado, um animal submisso age de forma inversa, escondendo a sua cauda.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Ataque de um leão a uma turista inglesa




Imagem mostra o momento do ataque do leão à turista inglesa (Foto: Reprodução/Daily Mail)





Pouco tempo após o ataque, ainda com amrcas de sangue e curativo na cabeça, Drew sorri para a câmera (Foto: Reprodução/Daily Mail)


Momentos antes do ataque, a professora alisava os 'mansos' leões (Foto: Reprodução/Daily Mail)


Turista inglesa é atacada por leão em reserva do Zimbábue





O animal mordeu seu pescoço e só soltou após ação dos guardas do parque.Ela sobreviveu ao susto e levou 13 pontos.

Uma turista inglesa de 28 anos sobreviveu ao ataque de um leão em uma reserva do Zimbábue. O animal pulou sobre Kate Drew, a derrubando e cravando seus dentes na parte de trás do seu pescoço, segundo o jornal britânico “Daily Mail”. Ela foi socorrida por guardas da reserva e precisou levar 13 pontos no local da mordida. Toda a cena foi fotografada por um outro turista que estava no local.

O ataque aconteceu há cerca de um mês, e Drew, que é professora, deu agora uma entrevista ao diário inglês dizendo que achou que “já era”, quando sentiu o ataque. Segundo ela, após cair, ela ainda viu outros dois animais se aproximando. Segundo a reportagem do “Daily Mail”, foi dito que o animal queria apenas brincar com Drew, atraídos por seu cabelo loiro.

O jornal diz que a professora fazia trabalho voluntário na Tanzânia desde setembro de 2007, quando decidiu viajar pela África. O ataque aconteceu num parque em que leões são criados antes de serem devolvidos à vida selvagem. No parque, os turistas brincam com os animais, que são mansos.